Pelo estado do cadáver, a mulher estaria morta há vários dias, disse o comandante da polícia regional de Phuket, Kitirath Phanpetch, à televisão local MCOT.
“Pelo que vimos no local, o corpo estava coberto com uma lona preta, o que sugere que foi feito por alguém e que ela não morreu de causas naturais”, acrescentou.
Os investigadores ainda estão à espera dos resultados da autópsia para determinar a causa de morte, disse hoje o porta-voz adjunto da polícia nacional, coronel Kissana Phathanacharoen, em conferência de imprensa, em Banguecoque.
O primeiro-ministro tailandês, Prayuth Chan-ocha, apresentou condolências à família da mulher e exortou a polícia a fazer todos os esforços para resolver rapidamente o caso, disse o porta-voz do governo, Anucha Burapachaisri.
“O primeiro-ministro ordenou às agências envolvidas que acelerassem a investigação para identificar e prender o culpado” e ordenou o reforço “da segurança e medidas de saúde pública”, disse.
Segundo os meios de comunicação suíços, a mulher fazia parte do serviço diplomático do país.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Suíça confirmou que foi contactado pelas autoridades tailandesas sobre a morte de uma “presumível cidadã suíça”, mas recusou-se a divulgar mais informações, por razões de privacidade.
A Tailândia lançou em 01 de julho o programa “Phuket Sandbox”, com o objetivo de atrair turistas vacinados contra a covid-19 para aquela ilha, um dos mais populares destinos turísticos no país.
A maioria dos visitantes tinha nacionalidade americana, britânica, israelita, alemã ou francesa.








































