A companhia aérea holandesa KLM confirmou hoje que tenciona cortar até 5.000 postos de trabalho até 2021 para “se adaptar à nova realidade” deixada pela crise “sem precedentes” em que foi mergulhada pela pandemia.
Num comunicado, a empresa holandesa explica que a redução do pessoal será feita de diferentes formas, incluindo a não renovação de contratos temporários (1.500 postos de trabalho) e um esquema que promove a saída voluntária da empresa (que espera cerca de 2.000 empregados), além de 500 aposentações que não serão substituídas.
O despedimento direto ameaça os empregos de aproximadamente 1.500 trabalhadores, incluindo 500 empregos entre o pessoal de terra, 300 entre o pessoal de cabine, 300 pilotos e cerca de 500 empregos na subsidiária holandesa do grupo Air France-KLM.
“A KLM encontra-se numa crise de magnitude sem precedentes. Desde o início da covid-19, já foram tomadas numerosas medidas para lidar com a situação atual. A perspetiva é que o caminho para a recuperação será longo e cheio de incertezas. Isto significa que a estrutura e tamanho da KLM terão de ser radicalmente alterados nos próximos anos”, explica a transportadora no comunicado.
Fonte: Lusa







































