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André Ventura exige políticas para “dar futuro aos jovens no grande Portugal”

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O presidente do Chega, André Ventura, acompanhado da deputada Rita Matias, durante a reunião plenária da Juventude do partido em Braga, 7 de janeiro de 2023. HUGO DELGADO/LUSA

O presidente do Chega, André Ventura, afirmou hoje que os políticos têm de “dar futuro aos jovens”, para que nenhum seja obrigado a emigrar “para ter uma vida um bocadinho melhor”.

Em Braga, no encerramento da reunião plenária da Juventude Chega, Ventura disse que não vai descansar enquanto os jovens não olharem para o “grande Portugal” como o melhor país no mundo para viver e trabalhar.

“Às vezes, perguntam-me o que é que eu gostaria de ter alcançado quando a minha carreira política terminasse. E há uma coisa que eu gostaria de ter alcançado: impedido que nenhum jovem que fosse no meu país tivesse de emigrar para ter uma vida um bocadinho melhor”, referiu.

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André Ventura defendeu que Portugal “tem tudo” para conseguir fixar os jovens, “não fosse o Governo socialista” que atrasa o país.

Na sua intervenção, o líder do Chega sublinhou ainda a necessidade de lutar contra a corrupção, afirmando mesmo que “nenhuma batalha é mais importante” do que esta.

“Enquanto nós não acabarmos com o cancro que nos destrói, que nos destrói em todos os seus segmentos, nós não vamos conseguir fazer nada deste país”, sustentou.

Ventura alertou que ou a batalha contra a corrupção é feita “ou o país deixará de ter as condições que tem para ser um país autónomo e independente”.

“Nós estamos em risco de nos tornarmos uma espécie de Cuba da Europa”, argumentou.

Em relação ao partido que lidera, Ventura sublinhou que é hoje “a terceira força política” e avisou que ninguém vai conseguir “abater” o Chega.

“Alguns querem ilegalizar-nos, outros querem levar-nos à clandestinidade, outros querem esconder-nos. Mas eles sabem que isso não é possível”, afirmou.

Pelo contrário, o partido, garantiu, está “ainda com mais força”.

“Muitos pensavam que com o acórdão do Tribunal Constitucional, com o último acórdão do Tribunal Constitucional, iríamos desaparecer em termos de juventude e em termos de outras organizações também. Mas voltámos ainda com mais força”, rematou.

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