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José Mota deixa Paços de Ferreira e é sétima saída na edição 2022/23 da I Liga

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José Mota deixou o comando técnico do Paços de Ferreira, protagonizando a segunda ‘chicotada’ no clube esta época e a sétima mudança de treinadores na edição 2022/23 da I Liga de futebol.

O técnico regressou ao clube em outubro, para substituir César Peixoto, mas deixa a equipa depois de apenas sete jogos disputados, somando quatro derrotas na I Liga e dois empates e uma derrota na Taça da Liga.

O Paços de Ferreira está atualmente no último lugar do campeonato, ainda sem vitórias e com apenas dois pontos somados, tendo já saído da Taça de Portugal e da Taça da Liga.

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José Mota tinha chegado ao clube após derrota do Paços de Ferreira em Setúbal para a Taça de Portugal e da ausência de êxitos em nove jornadas, rendendo César Peixoto, mas não conseguiu inverter o rumo da época dos ‘castores’.

Também João Henriques deixou o comando técnico do Marítimo naquela que foi igualmente a segunda ‘chicotada’ nos insulares na presente época.

Após ter sido ‘chamado’ para o Marítimo à quinta jornada, João Henriques acaba por também cair prematuramente, depois da goleada em casa do Sporting (5-0), em jogo da Taça da Liga.

Em 10 encontros ao serviço dos madeirenses, João Henriques somou apenas uma vitória e foi eliminado da Taça de Portugal e da Taça da Liga, deixando o clube na 17.ª e penúltima posição da I Liga.

A primeira ‘chicotada’ da temporada entre primodivisionários tinha sido protagonizada pelo mesmo Marítimo, com a entrada de João Henriques para o lugar de Vasco Seabra, que somou cinco derrotas em outros tantos embates.

Antes da ‘queda’ de João Henriques, Álvaro Pacheco tinha deixado o comando técnico do Vizela, após acertar por mútuo acordo a rescisão contratual com o clube vizelense.

Ao fim de 13 jornadas, Álvaro Pacheco, que representava o clube desde 2019/2020 e trouxe a equipa desde o Campeonato de Portugal, deixou a equipa de Vizela no 13.º posto, com 15 pontos.

Álvaro Pacheco sucedeu nas saídas a Ivo Vieira, que saiu do Gil Vicente após a 11.ª jornada.

Os gilistas oficializaram Daniel Sousa para o cargo de treinador principal, depois de Carlos Cunha ter orientado a equipa interinamente durante duas jornadas, registando duas derrotas, uma na receção ao Portimonense (1-2) e outra na deslocação à Luz para defrontar o Benfica (1-3), estando agora no 16.º lugar, com os mesmos nove pontos.

Outro regresso deu-se em Famalicão, onde João Pedro Sousa foi escolhido para suprir a saída de Rui Pedro Silva, que deixou os minhotos ao fim de uma vitória em sete rondas.

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