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Cinema português com múltiplas estreias mundiais no festival de Roterdão

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Foto António Pedro Ferreira

O cinema português volta a marcar presença nas competições do Festival Internacional de Cinema de Roterdão, nos Países Baixos, onde serão feitas as estreias mundiais de novos filmes de Edgar Pêra, André Gil Mata e Mónica Lima, entre outros.

De acordo com o ‘site’ do festival, que anunciou hoje, em conferência de imprensa, mais detalhes da programação do evento do próximo ano, Edgar Pêra leva à competição do Grande Ecrã o filme “Não Sou Nada”, descrito como “um ‘thriller’ psicológico surreal” e o “mais ambicioso filme” até à data do cineasta português, que, em 2019, foi alvo de uma retrospetiva pelo festival neerlandês.

Na competição de curtas-metragens Ammodo Tiger, vão estar “Pátio do Carrasco”, de André Gil Mata, e “Natureza Humana”, de Mónica Lima, ambos também em estreia mundial.

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O primeiro é uma adaptação de “Um Fratricídio”, de Franz Kafka, e foi produzido pelas produtoras Primeira Idade, a Rua Escura e a Agente a Norte, com o apoio da Filmaporto Film Commission, segundo comunicado da Agência da Curta-Metragem.

No caso de “Natureza Humana”, “parte de um apartamento numa cidade em confinamento, para expandir um dia entre o início da primavera e o fim do verão, na vida de desencontros de um casal”. O filme foi produzido pela Uma Pedra no Sapato, em coprodução com a DFFB e a New Matter Films.

Na secção “Bright Future”, o ator Alexandre David vai estrear a sua primeira longa-metragem, intitulada “A Primeira Idade”, narrado por um monstro de 500 anos como se fosse uma fábula, o filme conta a história de uma “comunidade autónoma de crianças que não falam e comunicam apenas por gestos”, numa ilha isolada, segundo a sinopse. O filme é produzido pela portuguesa Primeira Idade.

No programa de curta e média-duração, vão ainda ser apresentados “Why Are You Image Plus?”, de Diogo Baldaia, e “Mama dan so que sorriso”, de Cyrielle Raingou, ambos em estreia mundial.

Na secção “Cinema Regained”, dedicada à “exploração do património do cinema”, surge “FlybyKathy”, de Pedro Bastos.

Na semana passada, tinha sido confirmado que “Fogo Fátuo”, de João Pedro Rodrigues, também fazia parte da programação de Roterdão, no programa “Harbour”.

O Festival de Cinema de Roterdão está marcado de 25 de janeiro a 05 de fevereiro.

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