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Marítimo vence e empurra Paços para último, em jogo de aflitos

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O jogador do Marítimo, Jesús Andrés Ramírez (E), festeja após marcar um golo contra o Paços de Ferreira durante o jogo da Primeira Liga de futebol, disputado no estádio Mata Real, Paços de Ferreira, 28 de outubro de 2022. JOSÉ COELHO/LUSA

O Marítimo alcançou hoje a primeira vitória na I Liga de futebol, ao vencer em Paços de Ferreira, agora relegado para o último lugar, por 1-0, em jogo de ‘aflitos’ da 11.ª jornada.

Chuchu Ramirez marcou o único golo do encontro, aos 28 minutos, oferecendo o triunfo ao Marítimo, equipa que acabou por justificar o triunfo pelo que fez no primeiro tempo.

Com este resultado, o Marítimo é agora 17.º e penúltimo, ainda em zona de descida, mas agora com cinco pontos, enquanto o Paços, ainda sem vencer na temporada, caiu para o último lugar, com os mesmos dois, muito longe dos lugares de permanência.

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O jogo opunha os últimos da classificação e o fator casa podia pensar-se ser capaz de marcar a diferença, mas pareceu só atrapalhar os pacenses, face a uma formação insular claramente superior no primeiro tempo.

O Marítimo teve mais bola, iniciativa, remates e cantos (cinco em 18 minutos), sem que os locais, com Jordi, Fernando Fonseca e Matchoi no ‘onze’, conseguissem reagir ou contestar a superioridade de uma equipa cujos jogadores chegavam sempre primeiro à bola.

O venezuelano Ramírez, uma das duas novidades na equipa inicial do Marítimo (João Afonso começou a titular), testou Jordi aos nove minutos, ensaiando para o golo que viria a marcar aos 28 minutos, de cabeça, após canto de Xadas da esquerda.

Léo Andrade tentou imitar o colega noutro canto, mas falhou a baliza, o mesmo acontecendo depois aos 42 minutos, por André Vidigal, isolado por Xadas, ao atirar por cima da baliza.

Os locais também tiveram alguns ataques, especialmente em transições, mas tirando um remate de Toma, aos 39 minutos, pouco produziam em termos ofensivo, o que justificou muitos protestos por parte dos adeptos.

José Mota, que fazia a sua estreia na Capital do Móvel, após 15 anos de ausência, lançou Gaitán e Thomas ao intervalo e a equipa pareceu transfigurada, mas a reação esfumou-se em poucos minutos.

O melhor que o Paços conseguiu neste período foram dois remates de Antunes e Thomas, na mesma jogada, e, bem mais perigosa, foi a cabeçada de Butkze, já nos descontos, para uma defesa atenta de Trmal, a evitar o empate.

O Marítimo, por sua vez, conseguiu fechar os caminhos da sua baliza, sem deixar nunca de tentar atacar. No final, os adeptos pacenses brindaram os jogadores com vaias e insultos.

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