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Messi volta a ‘bisar’, com a Jamaica, e chega aos 90 golos pela Argentina

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Lionel Messi somou na terça-feira o segundo ‘bis’ pela Argentina em quatro dias, em novo particular nos Estados Unidos, desta vez frente à Jamaica (3-0), atingindo os 90 golos pela principal seleção ‘albiceleste’.

O sete vezes ‘Bola de Ouro’ entrou aos 56 minutos, a tempo de marcar duas vezes, para loucura do público que encheu a Red Bull Arena, em Harrison, onde, espaçadamente, vários espetadores invadiram o relvado, para chegarem a Messi, alguns com sucesso.

Apesar do pouco tempo em campo, o jogador do Paris Saint-Germain não dececionou e – depois de duas primeiras tentativas que Andre Blake parou, sem grandes dificuldades, aos 68 e 83 minutos – marcou aos 86, com um tiro rasteiro de fora da área, que fez a bola entrar junto ao poste esquerdo.

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Três minutos volvidos, aos 89, Messi foi carregado muito próximo da área jamaicana e ele próprio apontou o livre direto, para o ‘bis’, com novo tiro rasteiro junto ao poste, desta vez o direito, sem hipóteses para Blake.

Com os dois golos à Jamaica, após os dois às Honduras, há quatro dias, e os cinco à Estónia, a fechar 2021/22, o ex-jogador do FC Barcelona passou a contabilizar 90 pela Argentina, em 164 jogos, para ultrapassar Mokhtar Dahari, que conta 89 pela Malásia, e isolar-se no terceiro lugar dos melhores marcadores por seleções.

À sua frente, o seis vezes ‘Bota de Ouro’, que conta 10 golos e nove assistências nos 13 jogos de 2022/23, só tem agora o iraniano Ali Daei (109 tentos, em 148 jogos), e o português Cristiano Ronaldo, que contabiliza mais 27 golos do que o argentino (117), mas também em mais 27 jogos disputados (191).

Antes de novo ‘festival’ Messi, ovacionado quando foi aquecer no início da segunda parte, quando entrou e a cada toque na bola, a Argentina já estava na frente, graças a um tento de Julián Álvarez, aos 13 minutos, servido por Lautaro Martínez.

O selecionador Lionel Scaloni apostou no benfiquista Otamendi, que atuou os 90 minutos no centro da defesa ao lado de Romero, e voltou a dar tempo de jogo ao também ‘encarnado’ Enzo Fernández, lançado aos 55, para o lugar de Guido Rodriguez.

Coletivamente, a Argentina aumentou para 35 jogos (24 vitórias e 11 empates) o seu registo de invencibilidade, já com mais de três anos: a última derrota aconteceu em 02 de julho de 2019, nas meias-finais da penúltima edição da Copa América.

A formação comandada por Lionel Scaloni igualou o registo de encontros sem perder de Brasil (1993/96) e Espanha (2007/09), colocando-se a apenas dois do recorde mundial, que pertence à Itália (37, entre 2018 e 2021).

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