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Já fora do ‘Euro’ feminino de voleibol, Portugal vence Chipre pela margem máxima

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A seleção portuguesa feminina de voleibol recebeu e venceu hoje a congénere do Chipre, por 3-0, para a quinta e penúltima jornada do grupo C da qualificação para a Europeu de 2023, prova da qual está já afastada.

Superior à formação adversária em todos os capítulos, a equipa das ‘quinas’ selou o triunfo com parciais de 25-16, 25-10 e 25-13 e garantiu o terceiro lugar, acima das cipriotas, quartas e últimas classificadas, com zero, e abaixo da Ucrânia, primeira, com 14, bem como da Hungria, conjunto que é segundo, com 10, e que Portugal visita no sábado.  

No Pavilhão Municipal de Santo Tirso, as anfitriãs exploraram as ‘deficiências’ contrárias na receção para somarem três pontos a abrir a partida, e o desconto de tempo pedido pelo selecionador do Chipre, Loizos Loizou, com 5-1 no ‘marcador’, revelou-se incapaz de alterar o curso de um ‘set’ em que a vantagem lusa se acentuou.

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Portugal ‘ampliou’ a sua conta com remates cruzados ora de Margarida Maia – melhor marcadora do encontro, com 14 pontos -, ora de Julia Kavalenka, e com serviços diretos ou refletidos para fora, mas também colocou várias bolas fora, tanto no serviço, como no ataque, o que valeu ao Chipre 10 dos 16 pontos no ‘set’ inaugural.

Mais forte no serviço, na receção e no ataque, a seleção às ordens de Hugo Silva melhorou a pontaria no remate, limitou os erros e construiu um resultado ainda mais desnivelado no segundo parcial, fechando-o com um remate de Amanda Cavalcanti no centro da rede, sem qualquer ‘esboço’ de reação cipriota.

O terceiro ‘set’ começou mais nivelado, com a seleção da ilha mediterrânica a lograr a única vantagem do encontro, por 2-1, nos serviços de Emília Demetriou, antes de Portugal alcançar cinco pontos consecutivos, nos serviços de Gabriela Coelho, e de ampliar a vantagem no mesmo registo dos dois primeiros ‘sets’, até o encontro fechar com um serviço de Vasiliki Riala para a rede.

Jogo realizado no Pavilhão Municipal de Santo Tirso.

Portugal – Chipre, 3-0.

Parciais: 25-16, 25-10 e 25-13.

Sob arbitragem de Jörg Kellenberger (Alemanha) e Maria de las Olas Rodríguez Machín (Espanha), as equipas alinharam com:

– Portugal: Amanda Cavalcanti, Gabriela Coelho, Lila Durão, Carina Moura, Margarida Maia, Julia Kavalenka e Joana Resende (líbero). Jogaram ainda: Ana Figueiras, Matilde Rodrigues (líbero) e Alice Clemente.

Treinador: Hugo Silva.

– Chipre: (líbero). Jogaram ainda: Vasiliki Riala, Emília Demetriou, Elena Tsoutsouki, Eirini Ioannou, Aikaterini Kesta, Erica Zembyla e Christiana David (líbero). Jogaram ainda: Anni Prokopiou, Andrea Dobrasinovic, Paraskevi Pechlivani e Georgia Hadjicharalambous.

Treinador: Loizos Loizou.

Assistência: cerca de 200 espetadores.

A seleção portuguesa feminina de voleibol recebeu e venceu a congénere do Chipre, por 3-0, para a quinta e penúltima jornada do grupo C da qualificação para a Europeu de 2023, prova da qual está já afastada.

Superior à formação adversária em todos os capítulos, a equipa das ‘quinas’ selou o triunfo com parciais de 25-16, 25-10 e 25-13 e garantiu o terceiro lugar, acima das cipriotas, quartas e últimas classificadas, com zero, e abaixo da Ucrânia, primeira, com 14, bem como da Hungria, conjunto que é segundo, com 10, e que Portugal visita no sábado.  

No Pavilhão Municipal de Santo Tirso, as anfitriãs exploraram as ‘deficiências’ contrárias na receção para somarem três pontos a abrir a partida, e o desconto de tempo pedido pelo selecionador do Chipre, Loizos Loizou, com 5-1 no ‘marcador’, revelou-se incapaz de alterar o curso de um ‘set’ em que a vantagem lusa se acentuou.

Portugal ‘ampliou’ a sua conta com remates cruzados ora de Margarida Maia – melhor marcadora do encontro, com 14 pontos -, ora de Julia Kavalenka, e com serviços diretos ou refletidos para fora, mas também colocou várias bolas fora, tanto no serviço, como no ataque, o que valeu ao Chipre 10 dos 16 pontos no ‘set’ inaugural.

Mais forte no serviço, na receção e no ataque, a seleção às ordens de Hugo Silva melhorou a pontaria no remate, limitou os erros e construiu um resultado ainda mais desnivelado no segundo parcial, fechando-o com um remate de Amanda Cavalcanti no centro da rede, sem qualquer ‘esboço’ de reação cipriota.

O terceiro ‘set’ começou mais nivelado, com a seleção da ilha mediterrânica a lograr a única vantagem do encontro, por 2-1, nos serviços de Emília Demetriou, antes de Portugal alcançar cinco pontos consecutivos, nos serviços de Gabriela Coelho, e de ampliar a vantagem no mesmo registo dos dois primeiros ‘sets’, até o encontro fechar com um serviço de Vasiliki Riala para a rede.

Jogo realizado no Pavilhão Municipal de Santo Tirso.

Portugal – Chipre, 3-0.

Parciais: 25-16, 25-10 e 25-13.

Sob arbitragem de Jörg Kellenberger (Alemanha) e Maria de las Olas Rodríguez Machín (Espanha), as equipas alinharam com:

– Portugal: Amanda Cavalcanti, Gabriela Coelho, Lila Durão, Carina Moura, Margarida Maia, Julia Kavalenka e Joana Resende (líbero). Jogaram ainda: Ana Figueiras, Matilde Rodrigues (líbero) e Alice Clemente.

Treinador: Hugo Silva.

– Chipre: (líbero). Jogaram ainda: Vasiliki Riala, Emília Demetriou, Elena Tsoutsouki, Eirini Ioannou, Aikaterini Kesta, Erica Zembyla e Christiana David (líbero). Jogaram ainda: Anni Prokopiou, Andrea Dobrasinovic, Paraskevi Pechlivani e Georgia Hadjicharalambous.

Treinador: Loizos Loizou.

Assistência: cerca de 200 espetadores.

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