Início Culturas Tradições Montalegre celebra a única sexta-feira 13 do ano e espera milhares de...

Montalegre celebra a única sexta-feira 13 do ano e espera milhares de visitantes

123
0

Montalegre celebra esta semana a única sexta-feira 13 de 2022 com uma festa de rua que deverá atrair entre 30 a 40 mil visitantes portugueses e espanhóis e que mexe “com toda” a economia local.

“Perspetivamos uma das melhores noites de sempre”, afirmou hoje à agência Lusa o vice-presidente da Câmara de Montalegre, David Teixeira.

A festa da sexta-feira 13 foi a primeira a ser cancelada em Montalegre em 2020, por causa da pandemia de covid-19, e o “dia das bruxas” regressa agora, dois anos depois, às ruas da “capital do misticismo”.

Publicidade

Este ano, o calendário “deu” apenas uma sexta-feira 13 e, por isso mesmo, David Teixeira disse que “há uma expectativa muito grande” e que são esperados muitos visitantes portugueses e também espanhóis.

“Eu estou convencido que passarão sempre mais de 30 a 40 mil pessoas pela vila”, salientou, apontando que o alojamento está “totalmente repleto” neste concelho e no município vizinho de Boticas.

Mas há, também, uma boa ocupação em Chaves e Ribeira de Pena, e no município vizinho galego de Xinzo “também já começa a haver reservas”.

A restauração também está, frisou, “totalmente cheia”, verificando-se um reforço de esplanadas nas ruas.

“Este é um evento que já tem uma dinâmica à escala regional, já passou fronteiras, temos emigrantes que vêm diretamente para este evento pela relação de amizade e pelo sentido de festa que acabou por se criar. Há um envolvimento de todos os agentes económicos”, afirmou David Teixeira.

Estudos realizados antes da pandemia apontavam para um movimento económico de “mais de um milhão de euros” nos fins de semana correspondentes às sextas 13.

A festa em Montalegre arranca às 13:13 e o ponto alto continua a ser protagonizado pelo padre António Fontes, a quem caberá fazer a tradicional queimada, uma bebida feita à base de aguardente, limão, maçã, canela e açúcar.

“A grande crença é que quem beber da queimada do padre Fontes fica com o ano esconjurado dos males”, referiu David Teixeira.

O espetáculo principal está a cargo do ‘bruxo’ galego Queiman e da sua equipa, que traz um misto de “monstros, damas e princesas” que vão “debater o bem e o mal que sempre estão em jogo nesta noite de superstição”.

“Este ‘irmanamento’ com a vizinha Galiza aumenta também a expectativa de ter uma grande representação galega aqui, em Montalegre, na próxima sexta-feira”, salientou o autarca.

O padre Guilherme Peixoto, pároco na Póvoa de Varzim, vai ser o DJ da sexta 13, atuando no palco do castelo pela meia-noite, prosseguindo a festa, na praça do município, com a atuação da banda Virgem Suta.

Pelas ruas, haverá espaços de promoção e de degustação dos produtos locais, como o presunto e os vinhos. A Rua Vítor Branco será “uma esplanada contínua” de mesas e cadeiras.

Por causa da pandemia e também devido a uma preocupação ambiental, a organização vai voltar a implementar o uso do “copo único”, que poderá ser adquirido e depois usado pelo resto da noite, evitando o uso dos copos plásticos.

A “noite das bruxas” é festejada desde 2002 em todas as sextas-feiras 13, e tornou-se numa das bandeiras de Montalegre e “num peso pesado” na promoção deste município do distrito de Vila Real.

Montalegre celebra esta semana a única sexta-feira 13 de 2022 com uma festa de rua que deverá atrair entre 30 a 40 mil visitantes portugueses e espanhóis e que mexe “com toda” a economia local.

“Perspetivamos uma das melhores noites de sempre”, afirmou hoje à agência Lusa o vice-presidente da Câmara de Montalegre, David Teixeira.

A festa da sexta-feira 13 foi a primeira a ser cancelada em Montalegre em 2020, por causa da pandemia de covid-19, e o “dia das bruxas” regressa agora, dois anos depois, às ruas da “capital do misticismo”.

Este ano, o calendário “deu” apenas uma sexta-feira 13 e, por isso mesmo, David Teixeira disse que “há uma expectativa muito grande” e que são esperados muitos visitantes portugueses e também espanhóis.

“Eu estou convencido que passarão sempre mais de 30 a 40 mil pessoas pela vila”, salientou, apontando que o alojamento está “totalmente repleto” neste concelho e no município vizinho de Boticas.

Mas há, também, uma boa ocupação em Chaves e Ribeira de Pena, e no município vizinho galego de Xinzo “também já começa a haver reservas”.

A restauração também está, frisou, “totalmente cheia”, verificando-se um reforço de esplanadas nas ruas.

“Este é um evento que já tem uma dinâmica à escala regional, já passou fronteiras, temos emigrantes que vêm diretamente para este evento pela relação de amizade e pelo sentido de festa que acabou por se criar. Há um envolvimento de todos os agentes económicos”, afirmou David Teixeira.

Estudos realizados antes da pandemia apontavam para um movimento económico de “mais de um milhão de euros” nos fins de semana correspondentes às sextas 13.

A festa em Montalegre arranca às 13:13 e o ponto alto continua a ser protagonizado pelo padre António Fontes, a quem caberá fazer a tradicional queimada, uma bebida feita à base de aguardente, limão, maçã, canela e açúcar.

“A grande crença é que quem beber da queimada do padre Fontes fica com o ano esconjurado dos males”, referiu David Teixeira.

O espetáculo principal está a cargo do ‘bruxo’ galego Queiman e da sua equipa, que traz um misto de “monstros, damas e princesas” que vão “debater o bem e o mal que sempre estão em jogo nesta noite de superstição”.

“Este ‘irmanamento’ com a vizinha Galiza aumenta também a expectativa de ter uma grande representação galega aqui, em Montalegre, na próxima sexta-feira”, salientou o autarca.

O padre Guilherme Peixoto, pároco na Póvoa de Varzim, vai ser o DJ da sexta 13, atuando no palco do castelo pela meia-noite, prosseguindo a festa, na praça do município, com a atuação da banda Virgem Suta.

Pelas ruas, haverá espaços de promoção e de degustação dos produtos locais, como o presunto e os vinhos. A Rua Vítor Branco será “uma esplanada contínua” de mesas e cadeiras.

Por causa da pandemia e também devido a uma preocupação ambiental, a organização vai voltar a implementar o uso do “copo único”, que poderá ser adquirido e depois usado pelo resto da noite, evitando o uso dos copos plásticos.

A “noite das bruxas” é festejada desde 2002 em todas as sextas-feiras 13, e tornou-se numa das bandeiras de Montalegre e “num peso pesado” na promoção deste município do distrito de Vila Real.

Artigo anteriorLuxemburgo: Controlos de velocidades (11 maio)
Próximo artigoSecretário de Estado português anuncia reforço de meios no consulado em Luanda

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui