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Legislativas: Costa diz que está “revigorado” para “recomeçar o trabalho que quiseram interromper”

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O secretário-geral do Partido Socialista (PS), António Costa e a sua mulher Fernanda Tadeu no comício de encerramento da campanha eleitoral, esta noite no Porto, para as Eleições Legislativas 2022, 28 de janeiro de 2022. Mais de 10 milhões de eleitores residentes em Portugal e no estrangeiro constam dos cadernos eleitorais para a escolha dos 230 deputados à Assembleia da República. MIGUEL A. LOPES/LUSA

O secretário-geral do PS concluiu hoje a campanha eleitoral afirmando que está “revigorado” para “recomeçar o trabalho que quiseram interromper”, defendendo que o país “não pode andar a ser governado às pinguinhas”, mas “precisa de ter rumo”.

“Se cheguei a esta campanha eleitoral de consciência tranquila, saio desta campanha eleitoral revigorado, com nova energia, para na próxima segunda-feira recomeçar de novo o trabalho que quiseram interromper”, afirmou António Costa.

O líder socialista falava no pavilhão Rosa Mota, no Porto, num comício do PS onde também discursaram o presidente da Federação do Porto do PS, Manuel Pizarro, o cabeça de lista do PS por este círculo eleitoral, Alexandre Quintanilha, e o presidente do Conselho Económico e Social (CES), Francisco Assis.

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No encerramento da campanha socialista, António Costa repetiu o verso do poeta e histórico socialista Manuel Alegre – “Quanto mais a luta aquece, mais força tem o PS” – para afirmar que essa foi a sua escola e vida.

“Dia a dia, aqueles que achavam que eu estava cansado, devem-se ter convencido que cada dia me davam mais energia. E essa é a verdade: esta campanha revigorou-me, esta campanha deu-me mais energia, porque esta campanha demonstrou a reforçada confiança das portuguesas e dos portugueses no caminho que temos vindo a percorrer e queremos continuar a avançar”, frisou.

O também primeiro-ministro sustentou que, “depois destes dois anos tão difíceis, de luta contra a pandemia, Portugal precisa de estabilidade”, apelando que os portugueses ponham termo “a esta irresponsável crise política que foi aberta, que veio acrescentar dificuldades às dificuldades dramáticas” que o país estava a enfrentar.

“O país não pode andar de eleição em eleição, o país não pode andar de Governos que duram dois anos, o país não pode andar e a ser governado às pinguinhas, o país precisa de ter rumo, estabilidade e os portugueses tranquilidade”, frisou.

O líder socialista afirmou assim que, como o PS venceu a austeridade, a estagnação e está a vencer a pandemia, também irá vencer no domingo “e derrotar esta crise política, devolvendo estabilidade ao país e tranquilidade aos portugueses”.

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