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Covid-19: Brasil com 983 mortos e 24.619 infetados nas últimas 24 horas

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O Brasil contabilizou 983 mortos e 24.619 infetados pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, números que elevam o total para 408.622 óbitos e 14.779.529 casos no país, informou hoje o executivo.

Os dados fazem parte do último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde brasileiro e mostram uma diminuição face à semana anterior, uma vez que a falta de recursos humanos para testar e recolher dados durante os fins de semana e segundas-feiras causa impacto nos números apresentados, sendo que estes acabam por ser consolidados às terças-feiras, segundo explicações da própria tutela.

O Brasil, com 212 milhões de habitantes, continua a ser o segundo país com mais mortes devido à covid-19 em todo o mundo, depois dos Estados Unidos, e o terceiro com mais casos, antecedido pela nação norte-americana e pela índia.

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A taxa de incidência da doença no Brasil aumentou hoje para 194 mortes e 7.033 casos por 100 mil habitantes e a taxa de letalidade está fixada em 2,8%.

São Paulo continua a ser o foco da pandemia no país, com 2.926.516 diagnósticos de covid-19, sendo seguido por Minas Gerais (1.371.818), Rio Grande do Sul (980.806) e Paraná (955.247).

Já as unidades federativas que concentram mais óbitos são São Paulo (97.172), Rio de Janeiro (44.897), Minas Gerais (34.313) e Rio Grande do Sul (25.165).

No total, mais de 13,3 milhões de recuperações da doença foram registadas no país sul-americano, segundo dados do Ministério da Saúde.

No momento em que a vacinação contra a covid-19 no Brasil avança a um ritmo lento e várias cidades tiveram mesmo de suspender a aplicação da segunda dose por falta do antídoto, um juiz do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje que gestores públicos podem ser punidos por improbidade administrativa se houver atraso na aplicação da segunda dose.

Na sua decisão, o juiz Ricardo Lewandowski indicou ainda que as autoridades apenas podem mudar a ordem dos grupos prioritários a serem vacinados se seguirem critérios técnicos e científicos, suspendendo a decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro que autorizou o executivo estadual a alterar a ordem de imunização.

“Sob pena de frustrar-se a legítima confiança daqueles que aguardam a complementação da imunização, na sua maioria idosos e portadores de comorbidades, como também de ficar caracterizada, em tese, a improbidade administrativa dos gestores da saúde pública local, caso sejam desperdiçados os recursos materiais e humanos já investidos na campanha de vacinação inicial”, ditou o magistrado.

O ministro da Saúde brasileiro, Marcelo Queiroga, afirmou hoje que o Governo Federal está “na iminência” de fechar um novo contrato com farmacêutica Pfizer para a aquisição de mais 100 milhões de doses da vacina contra o novo coronavírus, indicando que o contrato deverá ser firmado ainda esta semana.

“Um novo contrato com a Pfizer está na iminência de ser fechado para 100 milhões de doses da vacina. Ou seja, o Brasil terá à disposição 200 milhões de doses do imunizante da Pfizer. Isso equivale a imunizar cerca da metade da sua população ainda este ano, porque esse segundo contrato prevê para outubro 35 milhões de doses da Pfizer”, declarou à imprensa Queiroga, que será ouvido esta semana numa Comissão Parlamentar de Inquérito que investigada alegadas omissões do Governo na pandemia.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.203.937 mortos no mundo, resultantes de mais de 152,7 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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