Início Saúde Covid-19: Brasil soma 1.150 mortes e 56.766 infeções nas últimas 24 horas

Covid-19: Brasil soma 1.150 mortes e 56.766 infeções nas últimas 24 horas

218
0

O Brasil contabilizou 1.150 mortes e 56.766 casos de covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 242.090 óbitos e 9.978.747 infeções desde o início da pandemia, informou hoje o executivo.

Segundo o último boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde brasileiro, a taxa de letalidade da covid-19 no país está fixada 2,4% e a taxa de incidência é agora de 115 mortes e 4.748 casos por 100 mil habitantes.

Com uma população estimada em 212 milhões de pessoas, o Brasil, país lusófono mais afetado pela pandemia e um dos mais atingidos no mundo, é também uma das nações com maior número de recuperados: 8.950.450. Por outro lado, 786.207 pacientes infetados estão sob acompanhamento médico em território brasileiro.

Publicidade

Geograficamente, São Paulo é o foco da pandemia do país, com o maior número de casos registados (1.938.712), sendo seguido por Minas Gerais (816.901), Bahia (639.227) e Santa Catarina (622.727).

Já os Estados onde mais brasileiros morreram são São Paulo (56.960), Rio de Janeiro (31.701), Minas Gerais (17.109) e Rio Grande do Sul (11.479).

No momento em a cidade do Rio de Janeiro se encontra com a sua campanha de vacinação contra a covid-19 suspensa por falta de doses, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou hoje que 230,7 milhões de doses de imunizantes serão entregues ao país até 31 de julho.

Segundo informou à imprensa a tutela da Saúde, 11,3 milhões de doses serão entregues ainda em fevereiro: dois milhões da vacina Oxford/AstraZeneca, importadas da Índia e 9,3 milhões de doses da Sinovac/Butantan, produzidas no Brasil.

De acordo com o Governo, o cronograma geral leva ainda em consideração a negociação das vacinas Sputnik V, desenvolvida pelo instituto russo Gamaleya, e da indiana Covaxin, sendo que esses dois imunizantes ainda não foram aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa, órgão regulador do Brasil).

Além do Rio de Janeiro, também a cidade de Salvador suspendeu a aplicação da primeira dose da vacina, devido à falta do imunizante, tendo prosseguido com a aplicação da segunda dose a profissionais de saúde.

Diante do cenário de paralisação da vacinação em algumas cidades do país, a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) divulgou na terça-feira um comunicado em que pediu a “troca urgente” de ministro da Saúde “para o bem dos brasileiros”.

“A pasta tem reiteradamente ignorado os prefeitos do Brasil, com uma total inexistência de diálogo. O seu comando não acreditou na vacinação como saída para a crise e não realizou o planeamento necessário para a aquisição de vacinas. (…) Com uma postura passiva, a atual gestão não atende à expectativa da Federação brasileira, frustrando assim a população do país”, advogou a organização.

“Por considerar que a vacinação é o único caminho para superar a crise sanitária e possibilitar a retomada do desenvolvimento económico e social e por não acreditar que a atual gestão reúna as condições para conduzir este processo, o movimento municipalista entende necessária, urgente e inevitável a troca de comando da pasta para o bem dos brasileiros”, concluiu a CNM.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.419.730 mortos no mundo, resultantes de mais de 109,4 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.