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Covid-19: Setor cultural “tem-se queixado e com razão” – António Costa

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O primeiro-ministro, António Costa, fala aos jornalistas no final da reunião do Conselho de Ministros no Palácio da Ajuda, em Lisboa, 13 de janeiro 2021. Com os votos favoráveis dos deputados das bancadas do PSD, PS e CDS, o parlamento aprovou hoje a renovação do estado de emergência até ao dia 30. Portugal ultrapassou hoje os 500 mil casos de infeção com o novo coronavirus registados desde o início da pandemia, em março de 2020, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS). ANTÓNIO COTRIM/LUSA

O primeiro-ministro reconheceu hoje que o setor da Cultura “tem-se queixado e com razão, porque é naturalmente atingido” pelo confinamento hoje decretado, e remeteu para quinta-feira o anúncio de medidas de apoio.

Em conferência de imprensa, hoje, em Lisboa, para anunciar as regras de um novo período de confinamento para tentar conter a pandemia da covid-19, António Costa disse que, na quinta-feira, a ministra da Cultura e o ministro da Economia apresentarão “um conjunto de medidas de apoio aos setores que são particularmente atingidos”.

De acordo com decisão do Governo, os equipamentos culturais terão de encerrar a partir das 00:00 de sexta-feira, em Portugal Continental, tal como aconteceu em março do ano passado.

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Em 2020, a paralisação da Cultura começou na segunda semana de março, depressa se estendeu a todas as áreas e, no final de 2020, entre “plano de desconfinamento” e estados de emergência, o setor somava perdas superiores a 70% em relação a 2019.

Portugal vai “regressar ao dever de recolhimento domiciliário”, a partir das 00:00 de sexta-feira, tal como em março e em abril, anunciou o primeiro-ministro, António Costa, na conferência de imprensa, alertando para este ser, simultaneamente, o momento “mais perigoso, mas também um momento de maior esperança”.

Na semana passada, várias estruturas da Cultura anunciaram a marcação de um protesto nacional para dia 30, de alerta para o que consideram a falta de respostas do Governo perante “as consequências devastadoras da pandemia”.

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