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Covid-19: Reino Unido regista 1.280 mortes e aperta restrições nas fronteiras

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O Reino Unido registou 1.280 mortes de covid-19 nas últimas 24 horas e 55.761 novos casos, de acordo com o Governo britânico, que acabou com os corredores aéreos com alguns países que permitiam evitar fazer quarentena.

Este foi o quarto dia em que o número de mortes ultrapassou os mil, depois de na quinta-feira terem sido registadas 1.248 mortes e 48.682 novos casos.

Desde o início da pandemia de covid-19, foram contabilizados 87.295 óbitos confirmados de covid-19 e 3.316.019 casos de contágio.

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Segundo o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, existem mais de 37.000 pacientes hospitalizados com covid-19 em todo o Reino Unido, o que está a encher unidades de cuidados intensivos, a atrasar a admissão de pacientes transportados por ambulâncias e a adiar de tratamentos ao cancro.

Numa tentativa de travar a transmissão da doença e a importação de novas estirpes, anunciou numa conferência de imprensa hoje à tarde o fim dos “corredores de viagem internacionais” existentes com alguns países e territórios, que permitiam que as pessoas que cheguem daqueles evitassem cumprir a quarentena obrigatória de 10 dias na chegada ao Reino Unido.

A partir de segunda-feira, todos os passageiros de voos internacionais que chegarem ao Reino Unido, incluindo cidadãos britânicos, passam a estar obrigados a apresentar um teste com resultado negativo feito até 72 horas antes da partida, sendo os infratores penalizados com uma multa de 500 libras (562 euros).

“É vital tomar estas medidas adicionais agora quando, dia após dia, estamos a tomar nomes esforços para proteger população. Até agora já vacinámos 3,2 milhões de pessoas em todo o Reino Unido, o dobro da semana passada”, afirmou numa conferência de imprensa.

A medida anunciada segue-se ao anúncio na véspera de uma interdição de voos de Portugal, Cabo Verde e de 14 países da América do Sul para evitar que a nova estirpe detetada do novo covonavírus no Brasil, que entrou em vigor hoje.

O Reino Unido já tinha proibido voos diretos da África do Sul e a entrada de passageiros que tenham estado no país africano nos 10 dias anteriores devido ao risco apresentado por uma nova estirpe do SARS-CoV-2 identificada pelos cientistas sul-africanos, também considerada altamente infecciosa.

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