Um ex-polícia está a ser processado pelo homicídio da irmã e da companheira que ocorreu no mês de setembro de 2016, em Bereldange.
O advogado do ex-polícia afirmou, na passada terça-feira, que o seu cliente nega a intenção de matar a irmã e o cunhado, após encomendar veneno na dark web.
O arguido não queria que acontecesse o que aconteceu em setembro de 2016 em Bereldange, segundo Rosário Grasso. O seu cliente nunca contestou ser o único responsável pelo que sucedido.
O advogado declarou que o facto do seu cliente ser descrito como alguém sem escrúpulos não implica uma falta de escrúpulos e intenção sobre os factos.
A dada altura, o arguido pretendia adquirir toxina botulínica em vez de cianeto. Estava ciente de que a toxina podia ser mortal mas o resultado foi algo que o ex-polícia não pretendia.
A dada altura, o arguido pretendia adquirir toxina botulínica em vez de cianeto. Estava ciente de que a toxina podia ser mortal mas o resultado foi algo que o ex-polícia não pretendia.
O réu admite que causou a morte do cunhado e da irmã, contudo, o réu não admite que esta tenha sido uma ação premeditada, mas sim a administração de substâncias que resultaram na morte.
No início da audiência, o arguido declarou que a decisão de dar veneno à irmã e à companheira foi algo que levou tempo a ser decidido.
Os advogados de sete membros da família do cunhado pediram cerca de 700 mil euros de indemnização. Wolfsteller, o advogado dos pais da vítima, afirmou que um homicídio por envenenamento foi “o ato mais cobarde”.
O julgamento termina esta quarta-feira com a acusação do Ministério Público.










































