Durante o dia desta quinta-feira, os três ex-agentes do Serviço de Inteligência do Estado do Luxemburgo, acusados de realizar escutas telefónicas ilegais, foram libertados.
O caso já não é novo. Marco Mille, Frunk Schneider e André Kemmer, três ex-agentes do Serviço de Inteligência do Estado do Luxemburgo (SREL), que foram acusados de realizar escutas telefónicas ilegais em 2007, foram absolvidos na manhã desta quinta-feira.
No mês de março, aquando da audiência anterior, o representante do Ministério Público exigiu que fossem aplicadas multas aos três arguidos, até um máximo de 125 mil euros. A sua acusação não foi seguida pelos magistrados.
Os três arguidos negaram estar envolvidos em escutas telefónicas ilegais. A escuta de Loris Mariotto, um técnico que tentou descodificar o conteúdo de um CD encriptado que continha uma discussão do Grão-Duque Henri e Jean-Claude sobre o caso “Bommeleeer” (uma série de ataques que atingiram o Luxemburgo entre 1984 e 1986), foi alegadamente legal e ordenado pelo antigo primeiro-ministro do Luxemburgo (1995-2013).
Contudo, Jean-Claude Juncker afirmou no tribunal, em março, que não tinha “nenhuma recordação concreta” de permitir a escuta telefónica. O Ministério Público dispõe de 40 dias para recorrer da sentença.







































