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Museu da Língua Portuguesa foi destruído por um incêndio em 2015, mas vai voltar a abrir portas

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O Museu da Língua Portuguesa, fechado desde 2015 após ter sido destruído por um incêndio, deverá reabrir no dia 25 de junho de 2020, segundo informações divulgadas pelo Governo do estado brasileiro de São Paulo.A reconstrução do museu, que teve custo total de 81,4 milhões de reais (17,8 milhões de euros) foi finalizada nesta semana pelo Governo de São Paulo, responsável pelo museu, que também anunciou que até a reabertura o local receberá atividades educativas.

Agora começa a etapa anterior à reinauguração, que inclui a instalação da museografia e a seleção da organização social responsável pela gestão do espaço cultural.

Segundo os responsáveis pelas obras, a restauração do Museu da Língua Portuguesa abrangeu serviços de recuperação de fachadas e esquadrias e reconstrução da cobertura e espaços internos. Também foram realizadas ações de conservação da cobertura que não foi atingida pelo incêndio.

A área ocupada pelo museu foi expandida e incluiu um café no terraço com vista para o Parque da Luz e integração dos pátios laterais.

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Segundo o Governo do estado de São Paulo, o museu terá experiências inéditas, como “Línguas do Mundo”, que destaca 20 das mais de sete mil faladas hoje; “Falares”, que traz os diferentes sotaques e expressões no Brasil; e “Nós da Língua Portuguesa”, que aborda a sua presença no mundo, com a diversidade cultural da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Permanecem no acervo experiências de comunicação com o público, como a instalação “Palavras Cruzadas”, que mostra as línguas que influenciaram o português no Brasil, e a “Praça da Língua”, espécie de “planetário do idioma’” que homenageia o português escrito, falado e cantado, num espetáculo imersivo de som e luz.

A reconstrução do Museu da Língua Portuguesa tem como patrocinador principal a empresa portuguesa EDP e a Fundação Roberto Marinho.

O Grupo Globo, o Grupo Itaú e a Sabesp também patrocinam a instituição, que tem ainda o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e do Governo Federal do Brasil.

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