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Centro de Congressos da Alfândega do Porto recebe prémio europeu pelo segundo ano

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Porto, 02 nov (Lusa) – O Centro de Congressos da Alfândega, no Porto, recebeu hoje em Londres o prémio para Melhor Centro de Conferências da Europa, transformando-se no primeiro equipamento do género a receber a distinção pelo segundo ano consecutivo.

A informação foi adiantada à Lusa pelo diretor executivo do espaço, Gouveia dos Santos, que destacou o galardão da Business Destinations Travel como “muito importante” para “afirmar o Porto como destino de exceção”.

“A Alfândega é o melhor centro de congressos da Europa por dois anos seguidos. É a primeira vez que um centro congressos recebe este prémio por dois anos consecutivos. A Alfândega é um sítio único no mundo, já que junta o conforto dos espaços modernos à tradição de um edifício de 150 anos e a grandeza dos grandes espaços”, afirmou Gouveia dos Santos.

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Entre os espaços selecionados para receber o prémio de “Best Meeting and Conference Centre – Europe” da “Business Destinations Travel Awards 2015” estavam Geneva Palexpo, Suiça; Fire Barcelona, Espanha; ICC Berlin, Alemanha; Palais des Congres de Paris, França; ExCel London, Inglaterra.

O diretor executivo notou ainda o “empenho de uma grande equipa que tem contribuído para que cada cliente sinta que valha a pena fazer os seus eventos na Alfândega”, acrescentou o responsável.

Sobre a possibilidade de o Centro de Congressos ocupar o espaço do edifício da Alfândega onde ainda está instalada a Autoridade Tributária e Aduaneira (ATA), defendida em março à Lusa por Alberto Castro, presidente do Conselho Geral do Centro de Congressos, Gouveia dos Santos adiantou que a situação continua por resolver.

“É uma situação que está em análise há muitos anos. Hoje não há necessidade de a ATA estar na Alfândega. Para a nossa atividade era muito relevante alargar o centro de congressos, para ter uma melhor capacidade de resposta”, defendeu Gouveia dos Santos.

Alberto Castro, Associação para o Museu dos Transportes e Comunicações, que gere o Centro de Congressos, defendeu em março que a Câmara do Porto devia envolver-se no “realojamento” dos funcionários da ATA que ainda ocupam no edifício.

“Uma melhor utilização da Alfândega passa por chegar a um acordo com o Ministério das Finanças que permitisse libertar [todo] o edifício. Seria importante que a Câmara encontrasse alojamento adequado para os funcionários da ATA que ainda ocupam parte do imóvel”, afirmou.

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