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Vítor Pereira desconhecia ofertas do Benfica

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Presidente do Conselho de Arbitragem reage em comunicado

Vítor Pereira reagiu esta terça-feira à revelação feita por Bruno de Carvalho, presidente do Sporting, sobre as ofertas do Benfica aos árbitros, concretamente a já famosa caixa que as águias dão aos juízes que dirigem os jogos dos encarnados no estádio da Luz. Ao contrário do noticiado, e através de um comunicado, o máximo dirigente da arbitragem portuguesa revelou desconhecer as tais ofertas.

Eis o comunicado:

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“1. O presidente do CA não tinha conhecimento das ofertas feitas pelo Sport Lisboa e Benfica aos árbitros reveladas pelo presidente do Sporting Clube de Portugal, Bruno de Carvalho;

2. O presidente do CA apenas soube destas ofertas através da revelação feita pelo presidente do Sporting Clube de Portugal na edição de 5 de outubro de 2015 do programa Prolongamento, emitido a partir das 22h00 no canal televisivo TVI24;

3. Na manhã do dia seguinte, terça-feira 6 de outubro, o presidente do CA da FPF questionou os outros quatro membros da Secção Profissional sobre se tinham conhecimento das ofertas denunciadas pelo presidente do Sporting Clube de Portugal, tendo todos afirmado que desconheciam;

4. Às 15h08 do mesmo dia, a Secção Profissional do CA solicitou ao Departamento de Arbitragem que as declarações produzidas na véspera pelo presidente do Sporting Clube de Portugal na TVI24, e reproduzidas nos jornais de 6 de outubro, fossem enviadas para o Conselho de Disciplina, o órgão com poder disciplinar na FPF;

5. O presidente do CA lamenta que, na sua edição de 8 de outubro, o jornal O Jogo tenha publicado uma notícia com o título falso “Vítor Pereira sabia das prendas”, com o principal destaque na capa, e que o seu “Termómetro Desportivo” de hoje contenha uma pergunta que parte do errado pressuposto de que “Vítor Pereira já tinha conhecimento das prendas oferecidas pelo Benfica aos árbitros nos jogos domésticos”;

6. Tendo enviado a denúncia para os órgãos competentes da Justiça desportiva assim que dela tomou conhecimento, não compete ao presidente do CA fazer juízos de valor sobre o teor das revelações, restando-lhe aguardar pelas decisões dos órgãos da Justiça desportiva;

7. O presidente do CA faz um apelo a todos os intervenientes do futebol para que defendam a imagem da modalidade, o desportivismo e o “fair-play”.

8. O presidente do CA reafirma a sua confiança nos árbitros portugueses e está certo de que a investigação provará a seriedade dos árbitros.”

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