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Quinzena do cinema português no Luxemburgo homenageia Manoel de Oliveira

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Luxemburgo, 16 out (Lusa) – A Quinzena do Cinema Português no Luxemburgo arranca hoje com o filme “Os Maias”, de João Botelho, numa edição que vai homenagear o realizador Manoel de Oliveira, falecido em abril deste ano.

“Vamos encerrar o festival com um dos filmes mais emblemáticos de Manoel de Oliveira, ‘Aniki Bobó’, que vai ser exibido com legendas em francês”, disse à Agência Lusa Joaquim Prazeres, responsável do Instituto Camões no Luxemburgo (IC), que organiza a ‘Quinzena’ em colaboração com a Embaixada de Portugal no Luxemburgo.

A sexta edição da ‘Quinzena’, que se prolonga até 28 de outubro, vai contar com seis filmes portugueses, que vão ser exibidos em três salas de cinema situadas em duas localidades do país, uma forma de “descentralizar” o festival.

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“O objetivo é que os filmes sejam vistos pelo maior número de pessoas, daí esta descentralização, com três filmes projetados na capital e três no complexo de cinema em Belval, no sul do país”, explicou o responsável do IC.

Além de “Os Maias” e “Aniki Bobó”, o cartaz inclui ainda “Os Gatos Não Têm Vertigens”, de António-Pedro Vasconcelos, nos dias 20 e 24, “Yvone Kane”, de Margarida Cardoso, a 19 e 22, o drama luso-francês “Cadências Obstinadas”, de Fanny Ardant, dias 18 e 23, e “Quarta Divisão”, de Joaquim Leitão, a 21 e 25 de outubro.

A longa-metragem “Os Maias”, que abre hoje a Quinzena de Filmes Portugueses, vai ter ainda uma sessão a 26 de outubro, com preços reduzidos para estudantes, incluindo alunos dos cursos de língua e cultura portuguesa no Luxemburgo, que vão participar numa e atividade pedagógica organizada em colaboração com o Serviço de Ensino de Português.

“Convidámos professores do secundário a vir ver ‘Os Maias’ com os alunos e organizamos no final um questionário sobre o filme”, explicou Joaquim Prazeres.

Os seis filmes vão ser projetados com legendas em francês ou em inglês “para divulgar o cinema que se faz em Portugal junto não só dos portugueses, mas também dos estrangeiros”, disse o responsável do IC.

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