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Quarteto Lopes-Graça inicia série de recitais em Buenos Aires

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Buenos Aires, 14 out (Lusa) – O Quarteto Lopes-Graça, formado por Luís Pacheco Cunha e Cecília Branco (violinos), Isabel Pimentel (violeta) e Catherine Strynckx (violoncelo), inicia hoje uma série de recitais, a realizar na capital argentina.

O quarteto de cordas irá apresentar, nos diferentes concertos, sempre em Buenos Aires, peças de Fernando Lopes-Graça, Luiz de Freitas Branco, Joaquim Turina, Alejandro Erlich-Oliva e Diego Kovadloff, entre outros compositores, disse à Lusa um dos violinistas.

O Quarteto está a celebrar o seu 10.º aniversário e esta é a terceira digressão à América Latina, tendo-se apresentado anteriormente, no Brasil (2013) e no Peru (2014).

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Hoje e quinta-feira, o Quarteto Lopes-Graça sobe ao palco da Sala Dourada do Teatro Colón, em Buenos Aires, onde também vai realizar, no sábado, uma “masterclass” para os alunos da Academia Orquestal do Instituto Superior de Arte del Teatro Colón.

Na sexta-feira, os músicos atuam no auditório Presidente Sarmiento, na Universidade Belgrano.

No domingo, o quarteto sobe ao palco do Teatro la Scala de San Telmo e, ainda na cidade portenha, atua na Embaixada de Portugal, no dia 21, e na Usina del Arte, no dia 22.

No âmbito das celebrações do 10.º aniversário do quarteto, foi publicado, no início do mês, o segundo volume da Integral Lopes-Graça, que, tal como o primeiro, foi editado pela Toccata Classics.

O CD, que apresenta o Quarteto mais uma vez com a pianista Olga Prats, que toca um piano de 1938, inclui as “Catorze Anotações”, de 1966, e o Quarteto de Cordas n.º 2, de 1982, do compositor português falecido em 1994.

A primeira apresentação pública do quarteto foi na extinta Festa da Música, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, no dia 22 de abril de 2005, “ainda com a denominação original de Quarteto do Conservatório Nacional”, lembrou o violinista Luís Pacheco Cunha.

O trabalho do quarteto “sempre se pautou pelo desígnio de promover, além-mundo, as obras de matriz autoral portuguesa, mormente as de compositores ainda vivos, com quem trabalha assiduamente, a par da frequência de outros universos musicais mais periféricos – ibérico, latino, americano – que releva da curiosidade artística e permeabilidade à contaminação cultural do grupo”, disse o músico.

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