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Covid-19: “A escola, em si, não transmite o vírus” – Costa

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O primeiro-ministro, António Costa, durante a visita a escola AEB Educação e Formação em Benavente, Santarém, 14 de setembro de 2020 . ANTÓNIO COTRIM/LUSA

O primeiro-ministro agradeceu hoje a professores e funcionários o esforço na preparação do novo ano letivo, sob circunstâncias especiais devido à pandemia de covid-19, e afirmou que “a escola, em si, não transmite o vírus a ninguém”.

António Costa discursava após visita uma à Escola Secundária de Benavente, Santarém, na qual esteve acompanhado pelo ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, para assinalar o primeiro dia da semana de recomeço das aulas em todo o país.

“A precaução é fundamental porque nenhum de nós pode relaxar. O vírus está mesmo entre nós e é cada um de nós que transmite o vírus uns aos outros. A escola, em si, não transmite o vírus a ninguém. Precaução significa usar a máscara, na escola sempre, desinfetar e lavar as mãos, o maior número de vezes possível, manter o distanciamento físico, cumprir regras dos circuitos definidos…”, aconselhou.

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 O chefe do Governo prometeu que ainda esta semana vai ser anunciada a contratação de mais assistentes operacionais para as escolas, sem especificar um número concreto, e elogiou a “organização especial, criando como que caixas estanques entre cada turma, cada sala só para uma turma, cada carteira só para um aluno”.

“Só a precaução pode diminuir a ansiedade. A direção da escola e os professores, assistentes e técnicos podem fazer o melhor trabalho possível, mas, se cada aluno ou família não fizerem o melhor possível, não funciona”, vincou.

Para Costa, “é tão necessária precaução dentro da escola como fora da escola”.

“Não vale de nada não haver contacto físico dentro da escola se, depois, saindo da escola, toda a gente se for abraçar ou fazer festas para os jardins à volta”, exemplificou.

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, declarou que “hoje é, necessariamente, o primeiro dia do resto das vidas das escolas”.

“Sabemos que este ano letivo é diferente, mas sabemos, acima de tudo, que toda a gente entende a importância (do ensino presencial) para a nossa literacia comunitária, das crianças e dos jovens, mas também para a nossa saúde mental e física”, disse.

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