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Costa ataca “joguinhos políticos” e diz que não aproveitará sondagens para abrir crise

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O secretário-geral do Partido Socialista (PS) e primeiro-ministro, António Costa, intervém durante a reunião da comissão nacional do Partido, em Lisboa, 04 de julho de 2020. Da ordem de trabalhos faz parte a análise da situação política; a apreciação e votação do Relatório de Contas relativo a 2019; a ratificação das deliberações da Comissão Permanente de adiar e retomar os processos de eleições federativas de 12 de março e 17 junho, bem como a discussão e aprovação de novas datas de atos eleitorais e congressos federativos. ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

O secretário-geral do PS defendeu hoje que Portugal precisa de estabilidade, criticou “joguinhos políticos” à esquerda e à direita dos socialistas e afirmou que o seu partido não aproveitará boas sondagens para abrir uma crise política.

António Costa falava na abertura da reunião da Comissão Nacional do PS, num discurso em que advertiu que “a guerra contra a pandemia da covid-19 não está ganha” e em que considerou que “este não é o momento para calculismos e taticismos”.

Numa alusão ao que se passou ao longo das negociações do Orçamento Suplementar para 2020, o secretário-geral do PS criticou “os joguinhos políticos à esquerda e à direita” do seu partido e disse mesmo que os socialistas “não irão aproveitar as boas sondagens para abrir uma crise política”.

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No plano estratégico, António Costa procurou deixar uma mensagem clara destinada aos parceiros à sua esquerda no parlamento: “Connosco não haverá Bloco Central” PS/PSD.

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