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Os sindicatos demonstram preocupação em relação à empresa da indústria vidreira, Guardian, em Dudelange

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Foto: Editpress/ Isabella Finzi
O governo e os sindicatos confirmaram, na quinta-feira, a junção de uma parte da produção das instalações da empresa vidreira, Guardian, em Bascharage e Dudelange.

As suspeitas já existiam mas o ministro da economia, Franz Fayot, veio confirmar esta quinta-feira aquilo que se andava a especular. Uma parte da produção da empresa de vidro, Guardian, localizada em Dudelange será transferida para Bascharage, onde a empresa tem outra fábrica. Quando questionado pelos deputados do LSAP Mars Di Bartolomeo e Dan Biancalana, o ministro da economia afirmou ter sido posto ao corrente da situação pelos executivos da empresa especializada no fabrico de produtos de vidro.

Este último tomou a decisão de não investir num novo forno de vidro flutuante, o de Dudelange chegando ao fim da sua vida. Foi o impacto da crise Covid-19 que levou o Guardian a não fazer o investimento. “O sítio de Dudelange não será encerrado, mas a sua atividade será reduzida”, disse Dan Biancalana, também presidente da câmara da comuna. Esta é uma perda para a atividade industrial da cidade.” Ainda são necessárias discussões sobre se a  Guardian “não poderia investir de outra forma”.

Sem data prevista

Os sindicatos demonstram as suas preocupações mas o ministro da economia refere que as mesmas serão discutidas “Foram notificados na quarta-feira, as questões da manutenção do emprego serão discutidas com eles”. Em comunicado, a OGBL “lamenta a falta de informação concreta” sobre eventuais cortes de postos de trabalho. O sindicato apela, naturalmente, à manutenção de 461 vagas, bem como a garantias sobre a continuação dos investimentos e do projeto industrial. Neste sentido, está marcada uma reunião para a próxima sexta-feira. A LCGB também está preocupada com a manutenção do emprego.

A administração da empresa de vidro, Guardian, disse ao  jornal L’essentiel que o impacto no emprego ainda não era conhecido, “Ainda não chegámos lá, é muito cedo, veremos nas próximas discussões.” Para já, não foi avançada nenhuma data e ambas as fábricas continuam a funcionar normalmente.

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