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Belvaux: Casal português “vive” com os filhos numa casa… em “obras” por acabar!

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Foto: Ricardo Raminhos /Jornal do Luxemburgo

Artur e Liliana Ferreira vivem um autêntico calvário desde que decidiram comprar uma casa em Belvaux e remodelá-la.

O casal originário da região da Figueira da Foz emigrou para o Luxemburgo há 17 anos e fixou-se numa casa em Differdange.

Há três anos decidiram mudar-se para outros ares e compraram uma casa em Belvaux.

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Aquilo que parecia um sonho rapidamente se tornou um pesadelo. Com dois filhos menores (11 e 17 anos), tiveram de dormir numa garagem da antiga casa durante 6 meses enquanto decorriam as obras de remodelação da casa de Belvaux. Não se verificando a sua conclusão até ao momento, foram forçados a abandonar a garagem e irem à “força” para a casa “nova” que virou imbróglio. O empreiteiro português parou os trabalhos e “desapareceu” deixando o casal sem a casa concluída.

Segundo o casal, entretanto surgiram alguns problemas com a vizinhança.

A família Ferreira queixa-se de ter neste momento os trabalhos “parados” apenas por “burocracias” na Comuna de Sanem.

A casa é um autêntico ambiente de obras e sem grandes condições de habitabilidade. A família procura as casas de familiares e amigos, para por exemplo, tomar banho. A cozinha está improvisada com dois bicos elétricos para preparar as refeições. Para dormir, servem-se de colchões colocados diretamente no chão.

Com o inverno à porta, o aquecimento é feito com aquecedores elétricos para suportar o frio, dormindo com roupas reforçada. As “portas” são cortinas de pano improvisados para “cortar” o frio porque falta “apenas” a ligação de um tubo de cerca de 4 metros para ligar o aquecimento da casa.

A própria entrada da casa é feita por um espaço onde está programada uma janela, já que a porta principal é velha, mas ainda não pode ir abaixo “porque a Comuna não deixa”, refere o casal.

O filho mais velho ainda se vai adaptando à situação mas o mais novo com 11 anos diz que “é muito difícil suportar tudo mesmo com os colegas de escola”.

A revolta é grande e Artur e Liliana apelam a um desbloqueio da situação. “Não é dinheiro que queremos; queremos que os trabalhos possam ser retomados”, salienta Artur.

“Já contactámos inúmeras pessoas e instituições mas… sem sucesso” segundo o casal.

 

4 COMENTÁRIOS

  1. Se precizarem de ajuda para chauffage sanitario é so contactar no Face Marisa das Neves ,sera feito gratuitamente,para ajudar.

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