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Mariza grava “Pídeme” com a espanhola Vanesa Martín, disponível ‘online’ na sexta-feira

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A cantora Mariza, que esta semana foi distinguida com o Prémio Luso-Espanhol de Arte e Cultura, gravou, com a cantora e compositora espanhola Vanesa Martín, a canção “Pídeme”, que é editada ‘online’ na sexta-feira.

“Vanesa Martín, uma das maiores cantoras e compositoras de Espanha, da atualidade, convidou Mariza para a acompanhar num dueto”, segundo comunicado da discográfica Warner Music enviado hoje à agência Lusa.

A discográfica que antevê “um grande êxito na carreira de ambas as artistas”, qualifica o dueto “Pídeme” como “um verdadeiro encontro de gigantes”.

A canção estará disponível em todas as plataformas digitais a partir de sexta-feira, assim como o respetivo vídeo no YouTube, e fará parte do próximo álbum de Vanessa Martín, “Todas las Mujeres Que Habitan en Mi”.

Esta não é a primeira vez que Marisa protagoniza um dueto com artistas espanhóis, tendo já gravado e atuado, entre outros, com José Mercé, “Hay una Musica del Pueblo”, com Miguel Poveda, “Meu Fado, Meu Fado”, e com Concha Buika, “Pequeñas Verdades”.

“Todas las Mujeres Que Habitan En Mi”, o sexto da carreira de Vanesa Martín, é editado no próximo dia 16 e inclui o dueto com Marisa.

O novo álbum de Vanessa Martín sucede a “Munay” (2016), que foi dupla Platina em Espanha, e mote de uma digressão da cantora e compositora por Espanha e América Latina, com passagem por Lisboa, num total de mais 70 concertos, e que motivou a edição de um DVD, saído no ano passado.

A espanhola tem outros duetos na sua carreira, designadamente, “Porque Queramos Vernos”, com o angolano Matias Damásio, que faz parte do álbum “Munay Vivo” (2018)

O júri do Prémio Luso-Espanhol, em comunicado, realçou o trabalho de Mariza “a favor do fomento das relações entre Portugal e Espanha é visível na sua participação no filme ‘Fados’, do realizador espanhol Carlos Saura, nos numerosos concertos que, desde 2008, dá em vários locais de Espanha, assim como nos duos que interpreta com reconhecidos cantores como Miguel Poveda, Tito Paris, Concha Buika ou Sergio Dalma, uma fusão bem-sucedida de ritmos que contribuem para derrubar fronteiras e aproximar públicos”.

Mariza nasceu em 1973, na então Lourenço Marques, atual Maputo, e estreou-se discograficamente em 2001, com “Fado em Mim”, produzido por Jorge Fernando, no qual gravou “Ó Gente da Minha Terra”, de Amália Rodrigues e Tiago Machado, entre outros inéditos, e resgatou do repertório fadista “Loucura”, “Maria Lisboa” e “Há Festa na Mouraria”.

O seu mais recente álbum, “Mariza”, produzido por Javier Limón, foi editado em maio passado, e conta com composições de Jorge Fernando, Mário Pacheco, Matias Damásio e Carolina Deslandes, entre outros, e está nomeado para os Prémios Grammy Latinos, na categoria de “Best Portuguese Language Roots Album”, que serão entregues no próximo dia 18.

No ano passado, em novembro, Mariza foi nomeada Mestre da Música Mediterrânica, pela Universidade de Berklee, em Boston, nos Estados Unidos.

Atualmente, Mariza e

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