A candidata do CDS-PP à Câmara de Lisboa defendeu hoje que “há muitos graus de vitória” a começar no reforço dos 7,5% de Paulo Portas, reiterando ter “ambição máxima” e uma “vacina contra sondagens”.
“Sete e meio por cento foram os melhores resultados do CDS sozinho em Lisboa. Certamente que é um caminho difícil e há muitos graus de vitória, só perde quem lá está, nós podemos ganhar tudo ou podemos ganhar mais ou menos, mas estou certa que seremos vitoriosos no domingo”, defendeu Assunção Cristas.
Numa descida do Chiado, a meio da rua Garrett, a cabeça de lista da coligação “Pela Nossa Lisboa” (CDS-PP/MPT/PM) afirmou que “tudo o que seja reforçar essa votação [de Paulo Portas em 2001] é uma vitória para o CDS”.
“Dito isto, eu creio que nós vamos ter uma vitória muito expressiva e continuo a dizer que enquanto os votos não são postos nas urnas ninguém pode cantar vitória, ninguém se pode proclamar vencedor”, declarou, reiterando ter a “ambição máxima” de ser presidente de Câmara.
Assunção Cristas considerou que Fernando Medina “se calhar jamais teria hipóteses de ser eleito se não fosse já estar no local, herdeiro de António Costa”.
“Se os lisboetas tivessem essa possibilidade de ter todos em igualdade de circunstâncias, garanto que ninguém escolheria Fernando Medina. Assim é mais difícil, mas não é impossível”, defendeu.
Cristas esteve acompanhada por figuras do CDS como o ex-líder José Ribeiro e Castro ou o antigo dirigente e ministro António Pires de Lima nesta ‘arruada’ que começou junto ao café “A Brasileira”, onde se cruzou com o PAN Pessoas-Animais-Natureza), que subia a rua, e dirigiu-se à candidata Inês Sousa Real e cumprimentou-a entusiasticamente.
Sem nunca comentar sondagens, a candidata e líder do CDS disse que no partido são “vacinados à nascença contra as projeções”.
“Assinamos a ficha de militante e vem um ‘kit’ de vacina contra as sondagens”, afirmou aos jornalistas, a meio da rua Garrett, de onde prosseguiu para o Rossio, no final do que considerou “uma campanha extraordinária”.
Nas eleições de 01 de outubro concorrem à presidência da Câmara de Lisboa Assunção Cristas (CDS-PP/MPT/PPM), João Ferreira (CDU), Ricardo Robles (BE), Teresa Leal Coelho (PSD), o atual presidente, Fernando Medina (PS), Inês Sousa Real (PAN), Joana Amaral Dias (Nós, Cidadãos!), Carlos Teixeira (PDR/JPP), António Arruda (PURP), José Pinto-Coelho (PNR), Amândio Madaleno (PTP) e Luís Júdice (PCTP-MRPP).







































