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Argentina e Hungria acolhem este mês cinema português

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O cinema de Paulo Rocha, Pedro Costa, Miguel Gomes ou Salomé Lamas vai estar presente, este mês, na Semana de Cinema Português, na Argentina, e na Mos

O cinema de Paulo Rocha, Pedro Costa, Miguel Gomes ou Salomé Lamas vai estar presente, este mês, na Semana de Cinema Português, na Argentina, e na Mostra do Documentário Português, na Hungria, foi hoje anunciado.

“48”, o filme que a realizadora Susana de Sousa Dias fez em 2009, sobre os 48 anos de ditadura do Estado Novo, abre hoje uma Mostra de Documentários Portugueses em Budapeste.

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O ciclo, organizado pelo Instituto Camões, estender-se-á até dia 21, com a projeção de cinco documentários, todos eles premiados ou exibidos já no circuito de festivais internacionais: “Redemption”, de Miguel Gomes, “Ruínas”, de Manuel Mozos, “Terra de ninguém”, de Salomé Lamas, e “E agora? Lembra-me”, de Joaquim Pinto.

Na Argentina, no dia 29, arranca a terceira edição da Semana do Cinema Português, em Buenos Aires, que mostrará a dualidade da produção portuguesa: um cinema de artifícios e marcado pela teatralidade, mas também com um caráter documental quase dogmático, afirma a organização.

Nesta mostra estarão em destaque dois realizadores “que representam o equilíbrio perfeito” entre ficção e documentário: Paulo Rocha, de quem serão exibidas cópias restauradas de “Mudar de vida” e “Verdes anos”, e Pedro Costa, que terá “Cavalo Dinheiro” em exibição.

A realizadora Catarina Mourão estará em Buenos Aires para apresentar o documentário, com um registo biográfico familiar, “A toca do lobo”, sobre o escritor Tomás de Figueiredo, mas a Semana do Cinema Português terá também, entre outros, “Alentejo, Alentejo”, de Sérgio Tréfaut, “Volta à terra”, de João Pedro Plácido, e três curtas de Gabriel Abrantes.

A estes junta-se “O velho do Restelo”, o último filme de Manoel de Oliveira, cineasta evocado seis meses depois da morte.

A mostra é programada pela associação cultural VaiVem, que tem sede partilhada em Buenos Aires e em Lisboa.

tra do Documentário Português, na Hungria, foi hoje anunciado.

“48”, o filme que a realizadora Susana de Sousa Dias fez em 2009, sobre os 48 anos de ditadura do Estado Novo, abre hoje uma Mostra de Documentários Portugueses em Budapeste.

O ciclo, organizado pelo Instituto Camões, estender-se-á até dia 21, com a projeção de cinco documentários, todos eles premiados ou exibidos já no circuito de festivais internacionais: “Redemption”, de Miguel Gomes, “Ruínas”, de Manuel Mozos, “Terra de ninguém”, de Salomé Lamas, e “E agora? Lembra-me”, de Joaquim Pinto.

Na Argentina, no dia 29, arranca a terceira edição da Semana do Cinema Português, em Buenos Aires, que mostrará a dualidade da produção portuguesa: um cinema de artifícios e marcado pela teatralidade, mas também com um caráter documental quase dogmático, afirma a organização.

Nesta mostra estarão em destaque dois realizadores “que representam o equilíbrio perfeito” entre ficção e documentário: Paulo Rocha, de quem serão exibidas cópias restauradas de “Mudar de vida” e “Verdes anos”, e Pedro Costa, que terá “Cavalo Dinheiro” em exibição.

A realizadora Catarina Mourão estará em Buenos Aires para apresentar o documentário, com um registo biográfico familiar, “A toca do lobo”, sobre o escritor Tomás de Figueiredo, mas a Semana do Cinema Português terá também, entre outros, “Alentejo, Alentejo”, de Sérgio Tréfaut, “Volta à terra”, de João Pedro Plácido, e três curtas de Gabriel Abrantes.

A estes junta-se “O velho do Restelo”, o último filme de Manoel de Oliveira, cineasta evocado seis meses depois da morte.

A mostra é programada pela associação cultural VaiVem, que tem sede partilhada em Buenos Aires e em Lisboa.

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